BLOG · PÓS-OPERATÓRIO
A data de início não é uma decisão minha — é de quem fez a sua cirurgia. Aqui explico o que essa massagem faz, como é a sessão, e por que atender em casa costuma fazer diferença nessa fase.
Depois de uma cirurgia, é comum o corpo reter líquido nos tecidos ao redor da área operada. A drenagem linfática usa movimentos lentos e direcionados para ajudar esse líquido a circular até os gânglios linfáticos, de onde o corpo consegue eliminá-lo. É uma técnica manual, sem aparelhos e sem produtos.
Trabalho com movimentos leves e repetitivos, sempre na direção dos gânglios linfáticos, nunca contra eles. Não é uma massagem de pressão forte, e não deveria doer. Ela não trata a cirurgia, não acelera a cicatrização e não substitui o acompanhamento da sua médica ou fisioterapeuta. O que ela faz é ajudar o corpo a movimentar o líquido que ficou parado, dentro do que a fase de recuperação permite.
Cada procedimento tem um tempo de cicatrização diferente, e só a médica ou o cirurgião que acompanhou a sua operação sabe quando o tecido está pronto para receber toque. Antes de agendar, confirme com quem te acompanhou se você já pode receber massagem — é essa liberação que define a data, não eu.
Antes de marcar, vale confirmar com quem fez a sua cirurgia se você já pode receber massagem. Se quiser, me conte o procedimento e a data — isso me ajuda a planejar a sessão.
Não vou te dar um número aqui. A quantidade de sessões e o intervalo entre elas variam de acordo com a cirurgia, com a orientação médica e com a evolução de cada pessoa — é uma decisão clínica, e quem toma é quem te acompanha no pós-operatório. Na primeira conversa, pergunto o que foi indicado e organizamos os agendamentos a partir disso.
Chego com a maca, os lençóis e o material que uso em qualquer atendimento. A sessão dura 60 minutos. Trabalho com as mãos, em movimentos lentos, na direção do fluxo linfático — geralmente da parte mais distante do corpo para os gânglios mais próximos do tronco. Se alguma área ainda estiver sensível ou com curativo, você me avisa antes e eu adapto o toque ali.
Formada em Fisiomassoterapia, 2024 · Atendo em português, inglês e espanhol · Quem chega sou sempre eu.
Logo depois de uma cirurgia, sair de casa para ir a um consultório é um esforço a mais — vestir uma roupa que aperte, pegar trânsito, esperar sentada numa sala. Quando a sessão é em casa, você continua exatamente no lugar onde já está se recuperando. Na prática, costuma ser isso que decide se a série de sessões é feita até o fim, ou fica pela metade no meio do caminho.
Fora do pós-operatório, atendo também com massagem relaxante, deep tissue e outras técnicas — a lista completa está na página de serviços e preços. E se essa for a sua primeira vez recebendo uma massagem em casa, as dúvidas mais comuns sobre como funciona um atendimento a domicílio estão respondidas nas perguntas frequentes da página inicial.
PERGUNTAS FREQUENTES
A partir de sete dias depois da cirurgia, e sempre com autorização médica assinada. Antes de agendar, vale confirmar isso com quem te acompanhou — é essa liberação que define a data.
Isso também é definido pela equipe médica, conforme o procedimento e a evolução de cada pessoa. Não é algo que eu determino nem estimo aqui. Na primeira conversa, pergunto o que foi orientado e organizamos os agendamentos a partir disso.
Não é uma massagem de pressão forte. Uso movimentos lentos e leves, na direção dos gânglios linfáticos. Se alguma área ainda estiver sensível, você me avisa e eu ajusto o toque ali.
Quem decide a data de início é a sua médica ou o seu médico, não eu. Pergunte na consulta de retorno a partir de quando você pode começar. O que eu resolvo é a outra metade do problema: no pós-operatório você não precisa se vestir e atravessar a cidade, porque eu vou até onde você está.
Dinheiro ou Pix. Para fechar a data eu cobro um sinal de 50%; o restante você paga no fim da sessão.
Resposta no mesmo dia. Sem cadastro e sem aplicativo.
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